quinta-feira, 27 de março de 2008

quarta-feira, 26 de março de 2008

lançamento dia 02

Quadrinhofilia, livro de José Aguiar
com direito a uma historinha inédita de 12 anos atrás escrita pela jovem Sabrinão!
Tem desconto especial no lançamento (olhem ali o comentário do artista).
Dia 02/04, às sete da noite na Gibiteca de Curitiba, com apoio da Itiban.

segunda-feira, 24 de março de 2008

paciente leitora,

sim, eu tenho coletado frases da gabizinha e do meu pai, fora que escrevi umas coisas só pra pôr no blog, mas começo a suspeitar que o meu tipo de humor é aquele para criancinhas e velhinhos. enquanto não chego ao fim da investigação, férias do lopessabrina.

quinta-feira, 13 de março de 2008

domingo, 9 de março de 2008

comitê de luta pela legalização do aborto

A Saúde da Mulher e os Direitos Sexuais e Reprodutivos:

O Estado tem o dever de garantir a saúde aos cidadãos e cidadãs do Brasil. Esse é um direito que está na Constituição Federal. Mas o que significa o DIREITO À SAÚDE? Quer dizer que o governo deve tornar possível que todo mundo tenha acesso às ações e serviços que promovem, protegem e recuperam a saúde. Isso acontece com tratamento e por meio de políticas sociais e econômicas que previnam o risco de doença e de acidentes. Entre essas políticas, é possível citar: o planejamento familiar, a informação sobre métodos para evitar gravidez, a prevenção e o tratamento de doenças transmitidas em relações sexuais desprotegidas ou pelo sangue (como a AIDS), a assistência médica pré-natal e o apoio à maternidade. Essas políticas devem ser efetivadas em conjunto com a descriminalização e a legalização do aborto no País. Não há como garantir a promoção dos direitos sexuais e reprodutivos sem o acesso ao aborto legal e seguro. Por não podermos recorrer ao SUS, nós mulheres abortamos em condições perigosas, em lugares contaminados, com profissionais despreparados/as – isso, quando conseguimos pagar uma clínica clandestina. A ausência do acesso aos métodos para evitar gravidez e a criminalização do aborto são uma forma de negar à mulher seu direito à saúde garantido pela Constituição. Todos e todas sabemos que, com essa política criminalizatória, são as mulheres pobres que mais sofrem com as conseqüências nefastas da interrupção da gravidez, algumas vezes completamente sozinhas, correndo sempre risco de vida por não poderem pagar um aborto seguro em clínicas clandestinas. É aí que a criminalização do aborto exibe seu perverso caráter classista, que certamente não atinge a família das pessoas que mandam nas leis e nos jornais.

Você sabia que:

- segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), metade das gestações são indesejadas e uma em cada nove mulheres recorre ao aborto?

- segundo o Ministério da Saúde, 31% das gestações terminam em aborto?

- segundo o Ministério da Saúde, anualmente são realizados cerca de 1,44 milhão de abortos espontâneos ou provocados no Brasil?

- na América Latina, 21% da mortalidade materna têm como causa as complicações do aborto feito de forma insegura?

- no Brasil, o aborto é a 4.ª causa de morte materna?

- no Brasil, a curetagem pós-aborto (coleta de restos de tecidos do útero) é o 2.º procedimento obstétrico mais praticado nas Unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), superado apenas pelos partos?

- no Brasil, em 2004, cerca de 244 mil mulheres foram atendidas para fazer curetagem ou tratar infecções pós-aborto?

- no Brasil, a interrupção da gravidez só é autorizada em casos de estupro e quando a vida da gestante corre risco?

- nos outros casos, o aborto é tratado como crime, mesmo quando o feto não tem cérebro, ou não tem a menor condição de viver depois do parto?

- a legalização do aborto não vem sozinha, mas com outras políticas de saúde coletiva para ajudar os homens e mulheres a escolher se devem ter filhos? Em Portugal, o número de abortos diminuiu depois que ele foi legalizado?

O que querem os Movimentos de Luta pela Legalização do Aborto?

A efetivação do direito à saúde, com mais informação sobre métodos para evitar gravidez para homens e mulheres, possibilitando que controlemos nossos próprios corpos, uma efetiva política de planejamento familiar no País, a assistência médica pré-natal e o direito de fazer o aborto com a adequada assistência médica e tratamento terapêutico. Este tema é uma questão de saúde pública.

Você quer saber mais?

Entre em contato com o Comitê de Luta pela Legalização do Aborto através do e-mail legalizacuritiba@yahoo.com.br

terça-feira, 4 de março de 2008

programação mês internacional da mulher

Mulheres em Luta

Todas as quintas feiras do mês de março dedicadas ao debate, reflexão e integração sob uma 'Mirada Feminina', na Casla (Rua João Manoel, 140, perto da Cinemateca).

06 de março, 19 horas - Mesa Redonda:

Percepções e Experiências Femininas, a política, o social e a cultura

Debatedores: Marlele Tamanini (trabalhando o recorte social), José Eduardo (movimentos feministas na América Latina), Anna Beatriz da Silveira Paula do Núcleo de Estudos de Gênero da UFPR e Darli Sampaio do CEPAT (abordando o tema da mulher no trabalho). Coordenadora de mesa: Gladys de Souza.

13 de março, 19 horas

Exibição do filme 'A EXCÊNTRICA FAMÍLIA DE ANTONIA', com Vânia Vaz da Silva (doutoranda/ USP).

20 de março, 19 horas - Mesa Redonda

O Feminino no Global

Debatedoras: Estela Ferreira (projeto Mutirão), Isabel Grein (MST) e Gleisi Hoffman/PT.

27 de março, 19 horas: Noite Cultural

Ciranda, confraternização.

Manifestação no dia 08 de março (serão 8 atos com aproximadamente 10 min cada)

9h - concentração na Praça Santos Andrade

Recepção das participantes, boas vindas, informes do percurso e de como está organizado o dia, música, ensaio da fuzarca feminista.

10h30 - saída

I Ato - MULHERES EM LUTA POR EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE, INCLUSIVA E NÃO SEXISTA

Em frente à UFPR, na Praça Santos Andrade

II Ato - MULHERES EM LUTA PELO RECONHECIMENTO DO TRABALHO DOMÉSTICO E PELO DIREITO À APOSENTADORIA DAS DONAS DE CASA

Em frente ao INSS, na João Negrão

III Ato - MULHERES EM LUTA POR MUDANÇAS NA POLÍTICA ECONÔMICA E EM DEFESA DE UMA SOCIEDADE JUSTA E IGUALITÁRIA

No Ministério da Fazenda - na Mal. Deodoro

IV Ato - MULHERES EM LUTA PELO FIM DE TODAS AS FORMAS DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

Em frente à Catedral Basílica, na Praça Tiradentes - distribuir Lei Maria da Penha.

V Ato - MULHERES EM LUTA POR TRABALHO E CONDIÇÕES DIGNAS, PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO E PELO AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO,

Em frente ao Mercadorama da Praça Tiradentes

VI Ato - MULHERES EM LUTA PELO FIM DA DITADURA DA BELEZA E DA MERCANTILIZAÇÃO DE SEUS CORPOS E EM DEFESA DOS DIREITROS SEXUAIS E REPRODUTIVOS

Em frente à Diva e C&A

VII Ato - MULHERES EM LUTA CONTRA OS ALIMENTOS TRANSGÊNICOS E O AGRONEGÓCIO, PELA SOBERANIA ALIMENTAR DOS POVOS - TERRA, ÁGUA E ALIMENTO SAUDÁVEL

Em frente ao Mc Donald

Partilha de alimentos como pão e frutas

VIII - MULHERES EM LUTA PELA INTEGRAÇÃO LATINOAMERICANA E EM DEFESA DAS MULHERES MIGRANTES

Na Feira - Palácio Avenida, perto do bondinho

Feira Solidária

Feira com produtos da Economia Solidária e agroecológicos, esquete teatral e exposição de fotos

sábado, 1 de março de 2008